sábado, 19 de julho de 2014
sexta-feira, 18 de julho de 2014
NÃO ME INTERESSA CONHECER O B.I. DO MÍSSIL
Olhando para o céu
Olho todos os dias para o céu, mas hoje lembro-me que num bocado do céu igual a este, onde dançam andorinhas e leio as nuvens, lá longe um avião com cerca de 300 pessoas foi abatido ontem, dizem que por um míssil. Todos morreram.
Alguém que resolveu naquele preciso momento fazer cair aquele avião só porque considerava um espaço aéreo interdito. Alguém com um desprezo total pela vida humana que preferiu cumprir uma ordem ou executar uma ideia, algum príncipe William a jogar jogos de computador e/ou à guerra.
Alguém que se esconde e que não dá a cara.
Não quero saber quem destruiu o avião, quem matou toda aquela gente e se foi por engano ou não, o que me interessa é que foi uma pessoa que o fez e possivelmente outros o mandaram, o que me interessa saber é porque há mísseis para atingir aviões onde vão pessoas.
A natureza das coisas é triste e muito obscura.
Século XXI e tantos arqueológicos sentimentos.
O mundo é um lugar perigoso e imprevisível já o sabíamos, mas todos os dias parece ser mais.
O executante e os mandantes possivelmente dormiram esta noite e hoje comeram normalmente, porque 'cumpriram a missão'.
E tudo passa adiante.
Destila-se a fúria.
Separa-se a tristeza e volta tudo à temperatura do silêncio.
Não nos podemos esconder fora do mundo com vergonha dos actos que cometem os da nossa espécie.
Hoje o mundo continua, tudo volta à normalidade anormal e eu tapo a cara com as mãos.
Não entendo.
Quando era pequena não entendia a sabedoria, a ciência, a descoberta.
Hoje não entendo a maldade. Já me explicaram, cientificamente, mas continuo sem entender.
Olho todos os dias para o céu, mas hoje lembro-me que num bocado do céu igual a este, onde dançam andorinhas e leio as nuvens, lá longe um avião com cerca de 300 pessoas foi abatido ontem, dizem que por um míssil. Todos morreram.
Alguém que resolveu naquele preciso momento fazer cair aquele avião só porque considerava um espaço aéreo interdito. Alguém com um desprezo total pela vida humana que preferiu cumprir uma ordem ou executar uma ideia, algum príncipe William a jogar jogos de computador e/ou à guerra.
Alguém que se esconde e que não dá a cara.
Não quero saber quem destruiu o avião, quem matou toda aquela gente e se foi por engano ou não, o que me interessa é que foi uma pessoa que o fez e possivelmente outros o mandaram, o que me interessa saber é porque há mísseis para atingir aviões onde vão pessoas.
A natureza das coisas é triste e muito obscura.
Século XXI e tantos arqueológicos sentimentos.
O mundo é um lugar perigoso e imprevisível já o sabíamos, mas todos os dias parece ser mais.
O executante e os mandantes possivelmente dormiram esta noite e hoje comeram normalmente, porque 'cumpriram a missão'.
E tudo passa adiante.
Destila-se a fúria.
Separa-se a tristeza e volta tudo à temperatura do silêncio.
Não nos podemos esconder fora do mundo com vergonha dos actos que cometem os da nossa espécie.
Hoje o mundo continua, tudo volta à normalidade anormal e eu tapo a cara com as mãos.
Não entendo.
Quando era pequena não entendia a sabedoria, a ciência, a descoberta.
Hoje não entendo a maldade. Já me explicaram, cientificamente, mas continuo sem entender.
MÍSSEIS
O míssil é disparado de um lançador instalado num caminhão blindado com esteiras. O lançador trabalha em conjunto com um radar que localiza o alvo. O sistema todo pode ser montado ou desmontado em apenas 5 minutos.
Uma vez acionado, leva 22 segundos para localizar o alvo e enviar um ou mais mísseis.
Uma das mais comuns tem 5,5 metros de comprimento e pesa 690 kg. Tem alcance de mais de 20 quilômetros e consegue derrubar até mísseis de cruzeiro em pleno voo. Sua velocidade é de 4.300 km/h, ou 3,5 vezes a velocidade do som.
O míssil conta com seu próprio radar para navegar até o alvo. Ao atingi-lo, ele detona uma carga de 70 kg de explosivos.
Como frequentemente acontece com armas bem sucedidas, o Buk já foi copiado por outros países. China e Irã possuem equipamentos similares. Além disso, a Rússia já vendeu esse armamento para uma dezena de países, incluindo a Ucrânia.
Uma vez acionado, leva 22 segundos para localizar o alvo e enviar um ou mais mísseis.
Uma das mais comuns tem 5,5 metros de comprimento e pesa 690 kg. Tem alcance de mais de 20 quilômetros e consegue derrubar até mísseis de cruzeiro em pleno voo. Sua velocidade é de 4.300 km/h, ou 3,5 vezes a velocidade do som.
O míssil conta com seu próprio radar para navegar até o alvo. Ao atingi-lo, ele detona uma carga de 70 kg de explosivos.
Como frequentemente acontece com armas bem sucedidas, o Buk já foi copiado por outros países. China e Irã possuem equipamentos similares. Além disso, a Rússia já vendeu esse armamento para uma dezena de países, incluindo a Ucrânia.
quinta-feira, 10 de julho de 2014
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